Mostrando postagens com marcador o que é isso?. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador o que é isso?. Mostrar todas as postagens

7 de jul. de 2009

Too secsy for your body

Entrei na Globo.com hoje para fazer minha ronda diária de notícias relevantes para minha conversa de almoço, e claro, que entrei em uma nota da Quem com fotos do casal-delícia...


Não sei se fico chocada com a sunga branca... Com o tanquinho... Com as coxas...


Com essas pernas cruzadas... Com o fato dele estar mais "Spice Girls" que ela... Pelo peitoral... Pela ausência de pêlos...

Pelas costas... Pelo fio dental... Pela "Itália" de Berlusconi... Pelo bronzeado...
Só sei que nada sei...

17 de jan. de 2009

Ainda na vibe pobreza

Recebi um e-mail incrível ontem no trabalho enquanto fazia o post... Preciso compartilhar! Não sei se as montagens são mesmo do pessoal do Kibeloco, mas se for... Crédito para eles!

Lá vai!









Tia Su, tia Val, tia Nena, tia Zefa e tia Nilda... Valeu, Cris! Por fazer minhas tardes produtivas! rs


Mudando super de assunto: acabei de votar em mulheres ótimas que trabalham na mídia, são competentes e se destacaram em 2009! No site do Troféu Mulher Imprensa tem as indicadas em várias categorias. Para quem quiser deixar seus votos ou só fuxicar as indicadas: toma aí!
beijomeliganão!

18 de dez. de 2008

o riso e o esquecimento

"Lembrança ridícula e tocante: o primeiro salão, onde, aos dezoito anos, aparecemos só e sem apoio! O olhar de uma mulher bastava para intimidar-me. Quanto mais desejava agradar, mais me tornava canhestro. Tinha a respeito de tudo as idéias mais falsas; ou me entregava sem motivos, ou via num homem um inimigo, só porque me olhava com ar grave. Mas então, no meio dos terríveis males de minha timidez, como um belo dia era belo!"
Kant


detesto Kant, mas tem tanta coisa que eu detesto e mesmo assim engulo. engolir é um verbo magnífico para expressar certas coisas, me faz pensar em remédio, que não se come, se engole. esse trecho me lembra alguém cujo passado me incomoda. mas de quê adianta lembrar o passado de alguém quando eu mesma ignoro o meu?

muita divagação, essas coisas de morrer deixam a gente assim. peguei gripe e achei que ia morrer, menina mimada rs rs.

(começo a me recuperar de uma gripe matadora, e talvez de algumas neuroses)

22 de out. de 2008

ser mulher - parte 1

Eu jurei que não faria um post “Eloá” como todo mundo, jurei mesmo. Na verdade, não falemos de feminismo, mas sim da MISOGINIA DOMINANTE e o costume (sim, costume) de violência contra a mulher. Quando eu e a Billie tivemos a idéia de fazer um blog, seria pra poder ter algo de “alma feminina” naquilo que escrevessemos e alma feminina passa beeeem longe de “Sex and the City”.
Logo, esse post terá várias partes, mas com alguns interlúdios das asneiras habituais que a gente fala.
Já existem comunidades no orkut dizendo que Eloá foi tarde, não passava de uma puta que “dava” desde os 12 anos, que o “coitado” do namorado era um rapaz trabalhador que perdeu a cabeça e que ela não era “santa”.

Por que por “santa” entendamos VIRGEM.

O tabu da virgindade feminina ainda não desapareceu e é terrível ver o tipo de declarações feitas em relação às mulheres quando o assunto é sexo. Ainda hoje ser estuprada é sinal de ter “pedido por isso”, pedido através das roupas, dos gestos. Um homem tem medo de ser estuprado se vai para a cadeia, uma mulher tem medo de ser estuprada quando sai de casa (lembrando, caros amigos, 70% dos estupros vêm de dentro de casa: pais, maridos, padrastos, tios, primos...). E com certeza ainda tem gente lendo isso pensando que eu não passo de uma “menina revoltadinha”, mas, como muitas mulheres podem confirmar, TODAS nós carregamos pelo menos uma história de violência ou ameaça de violência nas costas. Inclusive eu.
Ser homem é não sentir medo de andar sozinho, por que mulher que anda sozinha só pode estar a procura de um bom pinto. Estou sendo rude? Meu vocabulário é baixo? Baixo é viver como posse de alguém, como posse da coletividade masculina, como ser de “segunda categoria”. Eloá passou por um jogo de posse, e homens como Lindemberg existem em todos os lugares (posso apontar um ou dois na minha própria família): eles são os donos, donos da força e do apoio moral e religioso, ofendem e agridem mulheres por não conseguirem lidar consigo mesmos. Foram criados por mães e irmãs que defenderam esse ideal e são tão misóginas quanto eles. Parte da culpa pela violência contra a mulher também é nossa: nós ensinamos nossos filhos, maridos e namorados como eles devem nos tratar.
Esse assunto não acabou, apenas o post. Estou nervosa demais e com trabalho demais pra continuar, parabéns pra quem leu até aqui.

17 de out. de 2008

era uma vez num ônibus

daí que hoje eu estava no terminal lapa pra pegar o ônibus, pra ir para a ilustríssima universidade de são paulo. ok, consegui fazer a maior parte: acordei (good girl!), saí de casa e já estava na fila ouvindo "Womanizer" e lendo Adorno (Notas de Literatura I, muito bom). adoro essa música, desculpaê tio dorno, você não gostava nem de djéss, mas...

é a pósmodernidadji!!

pra mim estava perfeito. a tríade surtada: eu, a bitchney e o adorno. meant to be.

Entrei no ônibus, ainda feliz, you're a womanizer-oh-oh womanizer baby. eis que chega um ser do abismo e diz: "nossa seu novo corte de cabelo ficou ótimo!"

OI, TE CONHEÇO?!?!?!?>>>>

(mary v., desconcertando pessoas desde 1988)

A questão é que tipos, eu não conhecia mesmo! E ele assumiu "é que eu sempre te vejo por aí".
Fiquei desconcertada, voltei pro Adorno e pensei que esse mundo tá perdido, primeiro as pessoas começam a ouvir djéss, depois começam a abordar estranhos na rua... vou morar na Sibéria com um disco do Wagner (kidding! vai ser da bitchney, vocês sabem!)


Mas, a questão é: OS HOMENS NÃO MUDAM NUNCA??? Hello!
No fundo tá óbvio que isso nunca vai funcionar.

Fica uma nova máxima: TODAS AS CANTADAS DE ÔNIBUS SÃO RIDÍCULAS! Arrêtez!!

seus malas...

10 de out. de 2008

Crise do Dólar

Aqui nós explicamos tudo sobre a crise financeira que tirou um pouco do foco das eleições norte-americanas entre John McCain e Obama.

O que provocou a crise?

A crise foi causada pelo desvirtuosismo que a sociedade americana tem passado. Tudo começou com Madonna e sua cruz flamejante e Michael confraternizando com mortos, quando obviamente, eles não poderiam levantar de seus túmulos. Foi um erro do produtor do videoclipe, mas que é totalmente perdoável se este não perdeu qualquer parente próximo ao longo de sua vida.


Esta junção entre a vagabundagem e a ignorância foi passada adiante e tomou figura na amizade bombástica entre a profana de guarda-chuva em punho e a PhD em coloração: Brity e Pérris. Em uma tentativa desesperada de recuperação dos valores de antigamente, a banda Jonas Brothers jurou virgindade até o casamento, mas já não havia mais tempo (Brity usou o "anel da pureza" também!). A crise já estava anunciada.




O que é pregão?

É um exemplar grande de um pedaço de metal utilizado para prender uma coisa na outra. Prende porta, prende portão, prende quadro, prende várias coisas.
O que é Circuit Breaker?

É o rompimento do circuito. A palavra é utilizada em inglês, pois assim preferiram, mas também poderia ser em francês, japonês, alemão, italiano e português. Até o presente fechamento desta matéria-post, os espanhóis não se pronunciaram.

Qualquer outra pergunta sobre a crise do dólar, envie um e-mail para kidfaroleiro@gmail.com
Uma Beleza de Garota e você na cobertura da crise do dólar.

7 de out. de 2008

sinais de envelhecimento



Eu no msn com uma amiga numa sexta de fúria


V: quem é q está precisando apanhar?? eu ajudo.

Mary: eu tô, to ouvindo uma banda muito emo! pode bater.

V: rsrs

Mary: bloc party. conhece?

V: não

Mary: então, você é uma pessoa superior

V: kkk é emo? bom, minha filha escuta algumas bandas q não sei os nomes

Mary: não, é meio indie. mas pra mim eles são tao parecidos, iguais.

V: rs tb acho. mas é assim mesmo ... a idade

Mary: hahaha

V: a gente vai perdendo essa capacidade de distinguir as tendencias com o tempo, depois dos 20

Mary: sim!!!que nem as marcas de carros. tipos, ou é gol, ou é o resto

V: exato. no meu caso ... ou é o gol antes de 96, ou o resto

despois que arredondaram o gol nem ele eu reconheço mais

Mary: hahaha virou o palio. eu sempre confundo


yep... no auge dos meus 20 anos, uma vovó


23 de set. de 2008

youtchubi

pra animar a terça, indico o Keta-keta, site israelense de uma produtora de vídeo. Os caras são loucos, mas muuuuito engraçados. Na verdade, a maioria dos comerciais deles foi banido da tv por ser sem-noção demais (nisso incluímos nojento, sexista bla bla bla). Eu, como tenho tanta noção quanto um caminhoneiro bêbado, recomendo todos.

18 de set. de 2008

bis

depois neguinho vai falar que eu to pegando no pé dos alemães, que eu não tenho a sensibilidade de compreender outras culturas, que eu não passo de uma ignorante num computador... mas olha isso (do UOL) :

O cara ALUGAVA a mulher. Percebe? Pior: uma caixa de cerveja tava bom, uma bimbada, uma caixa de cerveja. Eu acho mesmo, bem-estar social acaba com a pessoa, quem não tem que pegar ônibus lotado tomando cuidado pra não roubarem seu celular, ou então sair de casa já sabendo que o Estado vai te ferrar em algum ponto do dia (everytime) simplesmente perde a noção.

então, nessas horas a gente até para de reclamar do brazirsão: aqui é mulher COM cerveja.

perdi a roupa na buatchy


enquanto isso, no bem-estar social...


Oi! Hey alemães!?! Como assim? E os outros 39%? Eu sei, aí é frio, as minas são mocréias, ninguém se depila, mas... alguém conhece algum homem que não quer fazer mais sexo??

só na Alemanha mesmo...


(caso conheça mande para nós o seu caso: kidfaroleiro@gmail.com, o vencedor ganha um tabuleiro de xadrez)

12 de set. de 2008

Província russa tem feriado para casais procriarem?




WHAT???
Eu hein... Esse russos são muito estranhos.
Mary, alguma possibilidade do feriado ser instaurado no Brasil?
Se assim, fosse... Seria o 7 de dezembro?
Eu hein... Cada coisa estranha.


Acordem russos!







7 de set. de 2008

Natal - the dark side

Eu sou uma dessas pessoas que pensa em se matar todos os dias. Calma! É de uma forma meio cômica. Paro na frente do ponto de ônibus e penso: e se eu entrasse na via? Será que morreria rápido? Quanto tomo um remédio penso: e se tomar mais 12? Será que morro rápido? And so on...
Por que eu penso nisso? Olha, o peso da existência é muito pesado. Quem acha que não, que tá tranqüilo, está simplesmente ignorando a realidade e seus sabores. No fundo gosto de pisar na realidade, mesmo sabendo que ela me dá idéias suicidas todos os dias. Eu sei que enquanto não tomar os outros 12 compimidos ainda posso esperar a próxima coisa, o próximo sabor. Mas é bom ter a opção, ok?
A questão é que em Natal (RN, onde eu estive na outra semana) o peso da existência atingiu seu auge! Tudo começou com uma barata no meu quarto de hotel (que ficava no bairro das putas, mas até aí achei "exótico"), depois disso foi assistir uma cidade que se acostumou a explorar o turista sem o mínimo planejamento para realmente atendê-lo. E pior ainda: que não atende sua própria população. Muita pobreza. Fora que peguei uma infecção! E aí foi o ponto máximo: o remédio que eu tomo desde os 12 anos não tem lá, mas ao invés de me dizer que não tinha os farmacêuticos me tratavam como lunática e diziam que não existia. E eu piorando, e eles não conseguiam encontrar nada nem com o princípio ativo que eu precisava, um antibiótico bem básico.

Passei por muita vergonha e piadinhas (lá rola um problema com mulheres sozinhas, pra variar), e pior, dores. Natal foi uma das piores viagens da minha vida. Não adiantava as pessoas me dizerem: mas olha esse sol, esse céu (chovia pra cacete), essas cores e a gastronomia. Gente! São ótimos atributos pra um resort, mas pra uma cidade isso não me diz nada. Grande porcaria seu sol, vê se cuida desse povo. Eu não me iludo com São Paulo, não aceito quem acha que o "sol" faz tudo ficar bom.

volto ainda com o bright side de Natal... mas por enquanto:

enfia as dunas no c*

26 de ago. de 2008

terças de revolta

Às vezes eu me torno meio consciente, mas é raro.
Não posso com a Cecília Gianetti, e como tenho a benção (ou maldição) de escrever num blog que ninguém lê posso citar nomes e desaforos. Principalmente desaforos. Processe-me. Na Folha de hoje (eu leio a Folha, apedreje-me) ela fez um discurso sobre o encerramento das atividades de um cinema do Rio de Janeiro, o Paissandu.

O que eu tenho a ver com isso?

Ela pergunta logo no começo da coluna. Sim! "Quem não mora no Rio não tem nada a ver com isso", diz ela, na Folha de SÃO PAULO. E continua discorrendo sobre como era bom aquele cinema, como nunca entrou uma só película da Lindsay Lohan lá, e como era bom fumar no cinema.

Nada contra cinema, Lindsay Lohan ou cigarro. Na minha opinião, na dose certa os três podem ser úteis. Mas daí pra pintar o tal cinema como a "Vila Madalena perdida" que decidiram tirar dela é mais do que eu posso agüentar, enfatizar o "bom ambiente" como um luz de luz baixa, livrarias, café e fumaça é uma demonstração de europeização ridicula. Isso é coisa daqueles vintage-glam-retrô-whatever que esfregam o moleskine na minha cara enquanto eu tento tomar café da manhã. Nada contra moleskine, de novo. Só contra esse tipo de gente, Gianetti's da vida que nasceram com complexo de Michelle Vian (não sabe quem é? dá-lhe wikipedia, ok?) e adoram se dizer da época errada. Não conseguem enxergar o sol sobre nossas cabeças, o calor do Rio ou o cheiro de São Paulo. Não sabem onde fica Cuiabá. Também nada contra Europa, mas uma realidade como a nossa, não merece se sentir oprimida por não ser européia, essa visão de periferia-centro ignora tradições e novidades, tudo ao mesmo tempo.

Cigarro com cerveja, jornal e café com leite, anotar idéia nova no guardanapo do bar. Eu vi isso na minha infância, vi meu avô (português de nascença, brasileiro por escolha) tocar pandeiro pra família. Existem coisas que vão além do tipo, que vão se desenvolvendo dentro de nós e assim fazem casa na personalidade. Não precisam existir para facilitar flertes e te dar aquele "hype" - ainda não sei o que significa isso, devo estar usando errado.

Como é triste querer ser o que não somos, como deve ser cansativo para quem tenta.

(ai ai, esse Darcy Ribeiro acaba comigo. Estou lendo "O povo brasileiro", recomendo, mas com alguma parcimônia!)


Freguesia do Ó, boa parte da minha vida foi aqui. Essa é a Igreja da Matriz.

25 de ago. de 2008

Segunda-feira

Uuuuuhn... Segunda-feira com gostinho de... Segunda-feira! O relógio desperta e eu não acordo. Encontro um cara desagradável no ônibus. Sabe aqueles que quando você era uma menininha, era seu namorado? Puts, eu andei de mãos dadas, abracei para tirar foto... Minha mãe achava lindo.

Lógico, que o cara virou um babaca e eu essa simpatiiiiia de pessoa! Aí, ele me encontra, tasca aquele beijo saliente na minha buchecha e começa a puxar papo! Peço à Deus para que ele pegue outro ônibus, já sabendo que seria em vão. Essa manhã começou bem!

O que acontece com esses homens? Ele sequer é meu amigo! Foi em um passado muito longínquo e ele ainda acha que sou louca por ele! Como eu podia ser apaixonada por alguém aos 5 anos de idade? Eu só queria fazer uma graça e aparecer na foto, já que metidinha eu fui desde sempre...

Por favor, homens, listen to me:
- Ou você é meu amigo, ou você é meu namorado, ou você é meu irmão, ou você é meu pai! Não há QUALQUER tipo de mixagem entre esses elementos. Então, imponha a sua condição!
Se você não se encaixa: esqueça que você é nada além de um desconhecido...
So easy, boy!




21 de ago. de 2008

Água e óleo


Não adianta, algumas coisas simplesmente não vão juntas.
Eu adoro a Cléo Pires, mesmo. Ela é linda quase sempre. Mas querer se fantasiar de Coringa e ficar bonita ao mesmo tempo...não dá.

(força Cléo, a gente também já fez papel de palhaço)