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16 de jan. de 2010

Tradução Beleza de Garota II

Foi difícil escolher hoje entre a Tina Turner e a Roxette, mas quando vi o clipe decidi I-M-E-D-I-A-T-A-M-E-N-T-E optar pela tradução Beleza de Garota de Eurythmics!

Hoje, o amor está no ar, então:

There Must Be An Angel (Playing With My Heart)

Nanarunarararuna…

(olha apaixonada por cima do ombrinho)

Dana…

(olha o bofe refletido no chão)

Daraaaaa…

(fecha o olho e senty a magia)

Repete

Yey!

(Olha pra

câmera e dá close)

No one on Earth could feel like this

Ninguém imagina o bafo que tá rolando

I’m thrown and overblown with bliss

Tô de scarpin e repicado

There must be an angel

Deve ser esse anjão

Playing with my heart

Que tá me tirando de otária...

Yeeeaaaah

(mostra que tirou a amígdala)

I walk into an empty room

Eu fico sozinha no meu barraco

And suddenly my heart goes boom

E quase morro quando ouço os pipoco lá fora

It’s an orchestra of angels

São os anjão da minha escola de samba

And They are playing with my heart

Que tão me tirando de otária

Refrão (repete 12 vezes, girando e batendo o cabelão na pista)

Must be talking to an angel

Tô flertando com o anjão

(repete a parte do scarpin com repicado)

And when I think tha I’m alone

E quando eu vou de piriguety pra balada

It seems there’s more of us at home

Levo os bofes todos pra casa

It’s a multitude of angels

Tem anjão pra semana toda

And they are playing with my heart

E eles tão me tirando de otária

Repete refrão (6 vezes)

I must be hallucinating (faz os bofes cantarem no coral)

Eu tô ficando beeem lôca

Watching angels celebrating

Os anjão tirando a rôpa

Could this be reactivation?

Pode os bofe não cansá?

All my senses dislocating?

Já tá me dando piriri

This must be a strange deception

Vai ser phoda se os bofe não ligá

By celestial intervention

Vou amarrá em nome de Gezus

Giving me the recollection

Pra não ficar na saudade

Of Your heavenly connection

Da #$%@*@#$%&¨*@#$













(um bofe entra com a gaita e você faz a cigana)

(volta a parte social da música)

Nanarunarararuna…

(Junta todo mundo, chama as amiga)

Dana…

(... solta as pombas, pula nos unicórnios, pega os troco que tão jogando)

Daraaaaa…

(... e dá close de travesti) – Essa última parte é um plágio da Bixa Xoxota


É isso, amiga...

Se joga no romance, no amor, gruda no anjão e faz os trabalho se for preciso!

Beijo, tchau!

11 de jan. de 2010

Debbie Reynolds

Menina, eu estou com um encosto brabo e phoda, fia!

E estou musical pra dedéu! Comprei o DVD de Singing in the Rain... Eu já conhecia e amava, pois vi ainda criança e a cena da chuva sempre foi sinônimo de libertação (anotação blogal, Mary V. – precisamos fazer isso em 2010, please, don’t forget it).

Mas, quando assisti again... Sei lá, talvez pelo que sou hoje, nessas últimas 24h ou 24 meses, fiquei com Good Morning na cabeça... A história é banal, romântica, tem um príncipe... Mas, gostaria de chamar a atenção para “Ella” (of course... Você ESTÁ no Beleza de Garota, sweetheart).

O filme é de 1952 e ali está Debbie Reynolds, lindíssima e protagonista como Kathy Selden. Talvez eu não goste do olhar dócil e imaculado que Gene Kelly, o galã e diretor deu a ela, mas gosto do olhar de ousadia e força que Debbie deu à Kathy... Está tudo ali nas entrelinhas. Qualquer uma de nós é capaz de enxergar. O roteiro pode estar escrito, mas o que nós imprimimos de único em nossas personagens é o que torna tudo fantástico!



PS: Talvez eu só queira sair do bolo e dançar como uma piriguety também! Mas, isso também faz party, neah, tchutchuca!

7 de jan. de 2010

Bitch Ball

Hey, você que de vez em quando vem aqui no nosso humilde barraco!

Mary V. e eu estamos com uma novidade:

Bitch Ball – Bola para Mulheres

Para sua mãe, você diz que é BITCH BALL mesmo e ainda convida a fofa, pois ela vai adorar. A gente vai se encontrar algumas vezes ao longo do ano pra bater uma bolinha (ping-pong, futebol, tênis, frescobol, queimada, handebol, vôlei... O que der na telha) e beber umas brejas...


Uma coisinha só pra gente se divertir e lembrar de como era bom jogar bola com as meninas no tempo do colégio...

“Ah, mas eu nunca participei da educação física e eu sempre fazia minhas unhas na hora de correr”...

Ótimo, gatha! Depois de cada jogo eu fico um bagaço e preciso de uma consultora já! Bebe breja? Come with me! Se tiver interessada, deixa seu email que informamos locais e horários!

Agora, tenho um assunto de suma importância:

BIXA XOXOTA!

Cada dia que passa eu amo maaaaaaaaaaaaaais a internet e percebo o quanto eu perdi de talento vendo TV. Amo o Youtube! E agora... Amo-te, bixa xoxota!!

Ahaza!


4 de out. de 2009

morgana ready-made



(Lygia Pape, Ttéia, 2002. Obra que arrepiou os cabelos do povo na Bienal de Veneza. É Brasil-sil-sil rs)

Acho tão lindo quando as pessoas acreditam em magia, porque daí eu me sinto menos boba de acreditar, de colocar o nome de um desafeto no freezer e "congelar a pessoa", de suspirar pra mim mesma um segredo na hora de dormir esperando que aquele ritual faça ele virar realidade, de queimar foto de ex-namorado e tomar banho de sal grosso. O Jorge Coli hoje na folha fez esse paralelo arte/magia. Ele relacionou magia com a coisa de "acreditar" na obra, a partir do momento em que se acredita operam-se mudanças de visao etc. É isso mesmo. É um nome no freezer, uma foto que você põe fogo pra ver se assim some a dor. A obra existe pra quem acredita, dependendo de quem acredita (um crítico, um comprador) ela vale mais ou menos, tem poderes invisíveis desligados de religiões. É a aura de paganismo que não abandona a arte. Porque, normalmente, quem gosta tem aquele pézinho no terreiro. E vamos diferenciar quem gosta de quem apenas se beneficia, já vi críticos que não sentem nada, só analisam. Seria péssima crítica, só sei ser sentimento com as obras.
Uma obra tem o significado da carta de tarot (a pessoa que vos fala tira tarot), onde vemos as cores, posições dos personagens e existem significados que vão sendo desvelados, vamos cortando véus espessos de "realidade" pra chegar na simbologia que existe naquela situação, com aquela determinada carta, é tudo muito instintivo, exige sensibilidade ao mesmo tempo que exige aquele conhecimento prévio. É a Pont Neuf encapada do Christo e da Jeanne-Claude. A ponte tem o significado de passagem de fases, possuir essa passagem, embrulhar ela como um presente, como um pacote que pode ser entregado, tem lá o seu significado, foi o que ele fez pra comemorar sua cidadania francesa. Eu fico toda arrepiada com essas coisas, mas pra quem não curte é só "uma loucurinha de artista".
E isso já fez muita gente rígida e cheia de razão duvirar da minha capacidade intelectual, ainda faz muitos professores torcerem o nariz e muitas tias velhas me tratarem como adolescente que não faz ideia do que é a vida. Já levei muita bronca, muito pito por ser "leviana": "isso aí é decoração, não serve pra nada", "tarot é idiotice".
No fundo continuo achando muito lindo, com essa palavra bem leviana mesmo "lin-do", tomar esses pitos e saber que existe o "Nós" e o "Eles". Eles não acreditam, logo, o segredo é Nosso. O que a gente vive, por ser acreditado e inventado não pode ser sentido passivamente. "Eles" talvez nunca vão sentir isso como a gente, precisam de mais pra sentirem prazer, mais dinheiro, mais bebida, mais comida, mais conquistas amorosas. O prazer deles é factual enquanto o nosso pode ser inventado.
Eles precisam de dinheiro e de certeza e a gente de piada e de sal grosso.

15 de set. de 2009

ms. brightside

Mais uma terça-feira editorial. Muito autor ligando, muito estagiário merdando, muito livro na gráfica.
Editor quando morre sobe direto pro céu, viu? Fica leve que é uma beleza, porque os pecados a gente paga por aqui mesmo.
A boa notícia do dia é que eu VOU no show do The Killers! Sim, venho aqui dividir a alegria de comprar meus primeiros ingressos pra um show, coisa que eu nunca fiz na minha adolescência perdida. Agora na lista das coisas que perdi na adolescência só falta o namorado abusivo, a amiga traíra, as drogas, vomitar na rua e sexo com estranhos aleatórios (hm... maybe not!)
Honestamente não sei ao certo o que me afastou dos shows até hoje, se foi a multidão, ou a falta de dinheiro, ou minha mãe que não sabe chegar em lugar nenhum da cidade - eu, na adolescência, quando ainda era country-girl-teen, só ia pros lugares dos quais eu soubesse voltar sozinha, caso ela precisasse me buscar seria O fuá, uma vez minha mãe tentou me levar na escola e acabou na Dutra indo pro Rio de Janeiro, depois disso nunca mais, nem pra buscar o diploma ela foi comigo - e numa situação dessas fica difícil ter 16 anos e ir pro Credicard Hall à noite, ou pra Chácara do Jockey. Mas acho que parte desse desinteresse foi ter tido uma turma muito grande, com amigas que sempre tinham uma casa e uma panela de brigadeiro para oferecer no fim de semana, a gente conseguia fazer a diversão do nosso mundinho.
Vamos para o show eu e o chuchuzón, que detesta a banda, mas também nunca foi num show, dois show-virgins, que lindo. Vamos ver quem vai reclamar mais, eu, por causa da muvuca ou ele, por todo o resto (ele não gosta de música alta, esse é o nível da solidariedade desse homem em me acompanhar). O show é dia 21 de novembro, até lá já decorei toda a discografia. Tomara que relembrem os velhos tempos e toquem essa e essa.

To preparando post nervosito feminista pra amanhã - to entre ele e o devaneio que tive sobre a separação entre digital e analógico. Eu queria ser leve todo dia, mas a minha parte engraçada é mais chata que a séria. Entediei só de ler esse post, então amanhã tem coisa séria!

21 de jul. de 2009

Homenageada do dia

E a nossa homenageada de hoje é:

Juliette Binoche


Como somos didáticas e agregadoras, primeira lição: leia-se "Diuliéty" e o segundo nome como "Bee-nosh"... Mas, no Brazil costumam chamar a fofa de BINOXÊ - Tipo, Pinochet - o doidão...
Estava assistindo ao deliciooooooooooooooso filme Chocolate (2000) - com o delicioso Depp com luzes nos cabelos - pela décima vez no sábado e resolvi que sua personagem "Vianne Rocher" merecia um ponto de destaque no blog:


"Ponto de Destaque"

Mas, aí lembrei que um amiguinho-tarado-nerd da faculdade (como todos os que lá estudam, incluindo minha pessoa) me disse de uma capa da Playboy maraaaaaaavilhosa com ela, ao que dei uma pesquisadinha meio capenga é a edição de novembro de 2007:



E a fofa tinha 43 anos quando posou.
Arrasooou!
Luxo-poder-riqueza-quero-ser-ela!

5 de mar. de 2009

as long as you love me...

Volta de Backstreet boys ao Brasil: luxo, poder, sedução. Oi? Cadê? Quando a gente tinha 10-11-12 anos esses caras eram a definição de homem gostoso. sonho de consumo que hoje tá mais pra sonhos de "descarte".

Bem me lembro...

Em 2001 no dia que eles vieram fazer o show em São Paulo aconteceu a minha festa de aniversário de 13 anos, e eu lembro de ter colocado o rádio no meio da festa pra que a gente pudesse ouvir a transmissão do show.


Os shows feitos no Brasil em 2001 atraíram tanto, mas tanto público que as imagens capturadas aqui foram usadas em clipes da banda. Não precisei pesquisar nada do que falo aqui, eu, como a maioria das pessoas da minha idade, tive o Backstreet boys na mente por muuuito tempo.


Mas essa volta deles tá um tanto quanto...

ai.. será que digo?
(tirem as crianças da sala, eu vou falar)

PATÉTICA!

Primeiro: Backstreet Boys sem Kevin não dá. NÃO DÁ.

Lembra do Kevin...




Ah. o Kevin...











O Kevin era o mais bonito e talentoso deles (pra mim, pra freak da Billie era o AJ), e, quando a turnê foi anunciada ele disse pra imprensa que isso era patético nas entrelinhas: "God bless you all, but I'm out". Que foi algo do tipo "Fi, tenho maizoquê fazê". Hoje na home do UOL tinha um vídeo do Brian pedindo para as pessoas IREM no show (tão ouvindo os sininhos do desespero?), enquanto isso na Folha a matéria de chamada era "Fomos os únicos que sobraram, temos que sobreviver" ou algo do tipo (não lembro e não vou passar o link, questões ideológicas).
Perdeu a magia.
Ninguém que eu conheço quis ir no show despirocar quando eles tocassem "Get Down" e olha que as pessoas do meu convívio curtem isso.
É o fim de uma era. Que deveria ter acabado mais cedo, sinto dizer.

Enquanto isso o jeito é ficar com as lições de moral, desejo, sedução e romance que as músicas antigas ainda nos trazem. Pensar que parte da nossa educação emocional também veio deles. Thanks boys!

"Once we were lovers
Just lovers we were
Oh what a lie
Once we were dreamers
Just dreamers we were
Both you and I

Now I see
you're just somebody
Who wastes all my time
And money
What a lie
You and I"
(de 10.000 promises - praticamente Kierkegaard )


decadência: define.


8 de dez. de 2008

muito brilho


o brilho começa cedo, vai amigo, eu te entendo!



(essa mãe é fia da pouta)